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Polícia Federal realiza operação contra quadrilha que fraudava Auxílio Emergencial em Maringá

Polícia Federal realiza operação contra quadrilha que fraudava Auxílio Emergencial em Maringá

Policiais federais estão nas ruas nesta quarta-feira (24), para cumprir mandados contra um grupo suspeito de fraudar o Auxílio Emergencial, benefício pago pelo Governo Federal durante a pandemia de Covid-19.

As operações Vida Fácil I e Vida Fácil II cumprem mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em sete cidades brasileiras, incluindo Maringá.

Os mandados, segundo a Polícia Federal, foram expedidos pela 2ª Vara da Justiça Federal de Araçatuba (São Paulo). Aproximadamente 210 policiais federais estão cumprindo 17 mandados de prisão preventiva e 54 mandados de busca e apreensão em Araçatuba, Bauru (SP), Marília (SP), Birigui (SP), São José do Rio Preto (SP), Anápolis (GO) e em Maringá.  
A ação desencadeada pela PF investiga fraudes de aproximadamente R$ 10 milhões em pagamentos do Auxílio Emergencial. As investigações começaram em Araçatuba no começo deste ano após informações indicarem que várias pessoas foram identificadas em diversos auxílios emergenciais fraudados. 

De acordo com a PF, foi possível confirmar que duas organizações criminosas especializadas em furto mediante fraude, com base em Birigui, estavam agindo não apenas na região de Araçatuba, mas também em outros estados do País. 

“Os líderes dos grupos criminosos ostentavam alto padrão de vida, adquirindo veículos de luxo e imóveis. Pelos elementos até então obtidos é possível estimar que os prejuízos aos cofres públicos sejam superiores a R$ 10 milhões. A pedido da PF, a Justiça Federal decretou, além das buscas e prisões, o bloqueio de bens e valores dos investigados objetivando garantir a restituição dos valores desviados para os cofres públicos”, explicou a PF.
Os suspeitos presos nas operações podem ser indiciados por furto mediante fraude praticados por meio de dispositivo eletrônico ou informático, e associação criminosa. Em caso de condenação, a pena máxima pode chegar a 16 anos de prisão. 

Segundo a Polícia Federal, os nomes das Operações Vida Fácil I e Vida Fácil II remetem ao comportamento dos investigados que, sem apresentar vínculos de trabalho lícito e por meio de fraudes e desvios de benefícios assistências, desfrutavam de uma “vida fácil”.

Fonte: Comunicação Social Polícia Federal em Araçatuba/SP.







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