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Zé Trovão anuncia fim da paralisação dos caminhoneiros e agradece Bolsonaro

No México, Youtuber paulista, Zé Trovão, desistiu de se entregar à Interpol, e aguarda um habeas corpus articulado pela deputada federal Carla Zambelli

Caminhoneiro Zé Trovão / Reprodução

O caminhoneiro Zé Trovão, organizador dos atos que pararam rodovias do país nesta semana, anunciou nesta sexta-feira (10), em entrevista exclusiva ao repórter Roberto Cabrini, no Balanço Geral, o fim dos protestos pelo Brasil.

O organizador das manifestações afirmou que está desde cedo em reuniões com os caminhoneiros e contou que em duas reuniões ontem com o presidente Jair Bolsonaro, ele teria dito que o ato "surtiu um efeito muito positivo para a democracia."

Bolsonaro, segundo ele, teria perguntado aos representantes da categoria em Brasília se eles continuariam com os protestos. "Nós dissemos que tudo que estava sendo feito não era pelo presidente, era pelo Brasil, pela liberdade do povo brasileiro."

Zé Trovão afirmou que Bolsonaro prometeu mudanças no país em duas semanas. "Ele disse que nos próximos 15 dias o Brasil já vai sentir uma grande diferença no andar da nossa nação."

Zé Trovão disse ainda que está aguardando um habeas corpus para decidir se vai ou não se entregar à Justiça. De acordo com ele, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) estaria por trás do pedido para que ele não fosse preso pela polícia brasileira. Ele confirmou que está no México.

"Estou aguardando o fim dos inquéritos nos quais estou sendo investigado. Esse habeas corpus vai decidir todos os passos que vou dar daqui em diante."

O youtuber paulista desistiu de se entregar à Interpol, a polícia internacional. Ele é alvo de um mandado de prisão preventiva, expedido pelo ministro Alexandre de Moraes.

O youtuber paulista se transformou em um dos assuntos mais comentados do Twitter brasileiro na quinta-feira (9). Vídeos dele convocando bolsonaristas a irem às manifestações do Dia da Independência e depois a pararem as estradas do país começaram a circular desde o fim de agosto em grupos de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

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