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Sesa rebate críticas do prefeito de Maringá e garante; "Nenhum município foi ou está sendo prejudicado na distribuição das vacinas. "

Nenhum município foi ou está sendo prejudicado na distribuição das vacinas... Neste momento de evolução positiva da vacinação, não há espaços para bravatas ou arroubos políticos. ” Diz nota da Sesa.

Beto Preto, Secretário de Estado da Saúde do Paraná

Na manhã deste domingo, 08, a Sesa – Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, publicou nota de esclarecimento e rebateu críticas feitas pelo prefeito de Maringá.

O prefeito de Maringá, Ulisses Maia, afirmou na noite deste sábado, 07, nas redes sociais que a Sesa vem boicotando a cidade em relação a distribuição desproporcional de vacinas para Maringá.

Segundo o prefeito, a terceira maior cidade do estado recebeu o equivalente a 30% do que chegou para a regional, sendo que Maringá tem mais de 50% da população da regional.

 “Estamos tomando todas as providências para que a Secretaria de Estado da Saúde faça a distribuição proporcional do que recebe do Ministério da Saúde”. 

LEIA A NOTA DA SESA

“Nenhum município foi ou está sendo prejudicado na distribuição das vacinas. Muito pelo contrário. Cada município, pela sua característica populacional, e seguindo o Plano Nacional de Imunização, conforme os grupos prioritários, que recebeu dose carimbada pelo Ministério da Saúde, já teve a devida equalização proporcional para seguir na vacinação por idade. Com isso, a Sesa equilibrou a distribuição. Isso faz com que todos os municípios caminhem juntos para que 80% dos paranaenses estejam vacinados em agosto e 100% em setembro com a primeira dose.

O município de Maringá recebeu 78% das doses distribuídas, vacinou 76,38% da população com uma dose ou dose única. A média estadual está em 75% na distribuição e com 73,59% de aplicação.

O Paraná é por inteiro, sem divisões ou narrativas segregadoras, e tem sido tratado nessa perspectiva na campanha de vacinação, com atenção e olhar sensível para todos os municípios de forma indistinta, inclusive com a validação pelo Tribunal de Contas do Estado acerca do método de divisão das doses.

Neste momento de evolução positiva da vacinação, não há espaços para bravatas ou arroubos políticos. ”



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