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Ricardo Barros faz excelente discurso na tribuna e esclarece todas as citações que envolveram o seu nome na CPI da Covid

O deputado federal Ricardo Barros (PP/PR) fez um excelente discurso nesta quinta-feira (8) na tribuna e Câmara dos Deputados e detalhou todas as citações que envolveram o nome na CPI da Covid.

Ricardo Barros relatou ter pedido ao presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), para ser ouvido até o próximo dia 17, antes do recesso parlamentar. O depoimento estava marcado para esta quinta (8), mas foi remarcado para o próximo dia 20.



Também nesta quinta-feira (8), o líder do governo solicitou, ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, o agendamento do seu depoimento na CPI da Covid no Senado para “a próxima sessão da CPI após a intimação da liminar” ou antes do recesso parlamentar.

O deputado já havia requisitado ao Supremo a manutenção da primeira data da convocação marcada para hoje, e volta ao STF depois de o presidente da CPI, Osmar Aziz, anunciar a oitiva para o dia 20 de julho, três dias após o início do recesso.   

O depoimento de Ricardo Barro foi motivado após depoimentos à CPI, em 25 de junho, do deputado Luis Miranda (DEM-DF) e do irmão dele, Luis Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, e que os irmãos disseram ter informado ao presidente Jair Bolsonaro as suspeitas envolvendo as negociações para aquisição da Covaxin, vacina contra a Covid-19 produzida por um laboratório na Índia.

Ricardo Barros disse não ter "nenhuma questão" com Luis Miranda e acrescentou querer ir à CPI da Covid para "esclarecer os fatos". O deputado líder do governo Bolsonaro também se defendeu sobre uma emenda (proposta incluída em um projeto), apresentada à medida provisória que facilitou a importação da indiana Covaxin.


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