Últimas Notícias

Ricardo Barros abre B.O após ataque ao seu escritório em Maringá; "Respeito as manifestações democráticas mas repudio vandalismo e violência" diz deputado

Capa: Repórter Jota Silva

O líder do governo na Câmara dos Deputados, o maringaense Ricardo Barros (PP), teve o seu escritório atacado na tarde deste sábado, 3 de julho em Maringá, por manifestantes vândalos esquerdistas que querem a queda do governo Bolsonaro.

Pessoas da CUT e do movimento LGBT, compareceram com suas faixas, bandeiras vermelhas e cartazes e atiram pedras no escritório de Barros gritando “Fora, Bolsonaro!

Em nota à imprensa, divulgada na manhã desta segunda, 05 de julho, o deputado federal Ricardo Barros informa que será feito um boletim de ocorrência para responsabilizar os causadores dos atos de vandalismo em frente ao seu escritório em Maringá, assim como as entidades responsáveis pela convocação das manifestações deste sábado. 

Barros reforça que respeita as manifestações democráticas mas repudia o vandalismo e a violência.

Delegado Jacovós repudia ataque ao escritório do deputado Ricardo Barros


Ricardo Barros pede que STF marque depoimento na CPI

O deputado federal Ricardo Barros (PP/PR) protocolou, nesta sexta-feira (2), um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando o agendamento do seu depoimento na CPI da Covid do Senado. Barros estava convocado para ser ouvido na próxima quinta-feira (8), porém a audiência foi desmarcada pela presidência da CPI sem justificativa e sem a definição de nova data. 

“Quero prestar o meu depoimento o quanto antes. Já me coloquei diversas vezes à disposição da CPI para esclarecer todos os fatos atribuídos a mim. Vou provar a lisura de todas as minhas ações”, disse o deputado Ricardo Barros.

No pedido, Barros argumenta que, sem explicação, o adiamento de seu depoimento por tempo indeterminado pelo presidente da CPI é abuso de poder, ao impedir a apuração e os esclarecimento dos fatos perante a Comissão. O único objetivo seria continuar a prejudicar sua imagem.

Além de contestar a participação na compra da vacina Covaxin, o Ricardo Barros informa que os autores de indicação do profissional envolvido no processo já se manifestaram ou em outra situação trata-se de servidora que ingressou no serviço público em 1995. Essas e demais acusações não possuem, portanto, embasamento.

“O adiamento indefinido e imotivado do depoimento do impetrante viola seu direito fundamental à ampla defesa, constitui abuso de poder da CPI e é viciado, ainda, pela absoluta falta de fundamentação.”, traz o recurso protocolado no STF. Ainda, segundo o texto, não pode se utilizar da “autonomia na condução dos trabalhos para simplesmente inviabilizar a defesa de alguém”.

Em anexo link com a íntegra do mandado de segurança: encurtador.com.br/otGLX

Imagem dos manifestantes com bandeiras da CUT e do movimento LGBT em frente ao esritório do deputado Ricardo Barros

Nenhum comentário