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Maringá recebe visita de gestores de Rondônia; educação, planejamento e gestão são referências

Secretária Tânia Periotto passou informações de projetos maringaenses / Foto: Aldemir de Moraes / PMM  

A Prefeitura de Maringá recebe essa semana a visita de duas comitivas de Rondônia. Equipes de cidades do estado do Norte brasileiro viajaram quase 2,4 mil quilômetros para conhecer pessoalmente como é a gestão de Maringá, a melhor cidade do Brasil para se viver e que se destaca em vários setores da administração municipal na gestão Ulisses Maia e do setor privado. 

Uma comitiva é formada pelo vice-prefeito, secretários e vereadores de Ji-Paraná e tem foco político e urbanístico. Na prefeitura de Maringá, o grupo se reuniu com gestores do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maringá (Ipplam) e da Secretaria de Fazenda. Também foram realizadas visitas a outros setores da cidade. O Ipplam fez uma apresentação detalhada de ocupação urbana, diretriz viária, verticalização, fundos de vale, conselhos municipais, entre outros.

O outro grupo que visita Maringá é composto por pedagogas de São Francisco do Guaporé. “Estamos fazendo uma visita técnica para conhecer o modelo de educação municipal”, explica a assessora de planejamento pedagogo de São Francisco do Guaporé, Márcia Melo. A equipe conta com três profissionais que se reuniram na manhã de ontem (27) com a secretária de Educação de Maringá, Tania Periotto. 

O grupo da Educação conheceu Maringá por meio de referências ao trabalho da educadora da Universidade Estadual (UEM), Marta Chaves, e dos projetos da Prefeitura. Os educadores conhecem ações das bibliotecas municipais, a atuação dos professores, incentivos ao setor, entre outros.

DIFERENÇAS - A realidade, cultura e legislação em Ji-Paraná são bem diferentes da maringaense. Os visitantes receberam com grande interesse as informações de como Maringá trabalha com o uso e ocupação do solo e ressaltaram as diferenças culturais. Destoa o crescimento rondoniense desordenado, bem diferente do maringaense que na década de 1960 já tinha regras para a ocupação urbana e foi determinante para a organização da cidade hoje.






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