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Política de Direitos Humanos da UEM é aprovada pelo Conselho Universitário

UEM/Divulgação

O Conselho Universitário (COU) aprovou a Política de Direitos Humanos, Promoção e Proteção de Grupos Vulneráveis e Garantia das Liberdades Individuais da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O documento, aprovado após amplo debate, irá orientar as ações da instituição e legislar sobre o tema no ambiente universitário. O reitor, Julio César Damasceno, e o vice-reitor, Ricardo Dias Silva, consideram uma importante conquista da comunidade acadêmica.

“A comissão nomeada para tratar a matéria trabalhou muito e elaborou a proposta de uma minuta que foi enviada para apreciação do COU. A decisão positiva do Conselho representa um grande avanço para a universidade no que diz respeito às questões relativas aos direitos humanos e sociais, fazendo com que a UEM seja cada vez mais inclusiva e representada por todos e todas”, declarou Damasceno.

Uma das deliberações é a criação do Comitê de Direitos Humanos, previsto na Resolução. O colegiado servirá para defender liberdades individuais, diversidade religiosa e promover a proteção de negros, mulheres, indígenas, pessoas com deficiência, imigrantes, população LGBTQIA+ e outros grupos vulneráveis. Ele irá atuar à frente de três eixos: Promoção de Direitos Humanos, Ações Afirmativas, e Denúncias de Violação de Direitos Humanos.

“A aprovação da política simboliza um avanço importante, porém é necessária a compreensão do documento aprovado e, principalmente, a garantia de sua efetivação”, disse o professor Ailton José Morelli, do Departamento de História da UEM e um dos responsáveis pela proposta.

“Essa conquista é fruto de um trabalho coletivo e mostra que estamos avançando em nossas ações afirmativas e na garantia de direitos”, destaca o vice-reitor Dias Silva. Ele lembra de outras deliberações importantes dos conselhos superiores durante a atual gestão da universidade, como a aprovação da concessão de refeições gratuitas no Restaurante Universitário para os estudantes em vulnerabilidade socioeconômica e a aprovação de cotas para pretos e pardos no vestibular, além da implantação do Projeto de Inclusão Digital.

“Esse é mais um momento marcante na história da UEM, de discussão e reconhecimento da necessidade de nos organizarmos para garantir direitos individuais e coletivos", completou Morelli.

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