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Setor de eventos, bares, restaurantes e hotéis fazem manifestação em Maringá

Empresários do setor de eventos, bares, restaurantes e hotéis fazem manifestação em Maringá na tarde desta quarta-feira, 24, em Maringá para pedir socorro financeiro para o governo ou retomada imediata. A Manifestação foi organizada pelos sindicatos Abrasel, Sindhotéis, Sindiabrabar e Abrabar.

A Manifestação começou na praça da catedral por volta das 15h, uma chuva rápida pausou o protesto, assim que o tempo melhorou os participantes se dirigiram para o Paço Municipal. Já dentro do prédio, eles subiram a rampa e foram direto para a frente de gabinete do prefeito, onde começou uma discussão quente.

Por medida de segurança e também para evitar aglomeração integrantes da administração sugeriram que as reivindicações fossem feitas em uma reunião no auditório Hélio Moreira, anexo ao Paço Municipal. 

O secretariado municipal juntamente com vice-prefeito Edson Scabora, tentaram entrar em um acordo com os manifestantes. Os empresários estavam muito revoltados, o pessoal do setor de eventos pedia socorro financeiro, já o pessoal dos bares e restaurante querem a flexibilidade do horário noturno que foi reduzido para 20h no último decreto como medida de combate ao Covid-19 que está aumentando na cidade.

Marquinhos da Mark7 Eventos, disse que o setor de eventos está a um ano parado, empresários abriram falência, mandaram funcionários embora e alguns estão passando fome.

Dentre as reivindicações, pedindo flexibilização no horário e retomada do setor de eventos o grupo de empresários questionaram sobre a proibição das mesas nas calçadas e entrega por delivery, segundo os manifestantes, a proibição das mesas em calçadas não tem embasamento técnico científico, também a entrega por delivery é feita com total segurança e deveria ser até a meia noite.

Raul, proprietário da Pizzaria Pepperoni, relatou que a administração tomou decisão sem consultar o setor, sem conversar com os comerciantes, no caso dele dono pizzaria, o seguimento é noturno, abre as 19h e terá que fechar às 20h. O empresário também revelou que perderá matéria prima em estoque que acaba vencendo por falta de consumo.

A reunião terminou sem solução, empresários dos setores disseram que vão voltar na prefeitura todos os dias até que a administração busque uma solução.




































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