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Ministra Damares Alves e a secretária de Políticas Públicas para Mulheres de Maringá, Terezinha Beraldo fazem reunião on-line

 


A implementação da Casa da Mulher Brasileira (CMB) no município de Maringá (PR) foi tema de uma reunião on-line, nesta quinta-feira (04), entre a ministra de Estado da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Damares Alves, e a secretária municipal de Políticas Públicas para Mulheres de Maringá, Terezinha Beraldo. O encontro virtual foi o início de uma articulação para o desenvolvimento de políticas públicas que possam atender as mulheres do município e região.

“A Casa da Mulher Brasileira é um projeto que facilita o acesso da mulher vítima de violência à rede de proteção. É uma maneira de cuidar dessa mulher, de minimizar o processo doloroso que ela tem que enfrentar em busca de cuidado e justiça, depois de ter sido vítima de algum tipo de violência”, diz a ministra Damares Alves.

O estado do Paraná já conta com uma unidade da Casa da Mulher Brasileira, na cidade de Curitiba.


“Considero muito importante essa abertura ao diálogo, oportunizado pela Ministra Damares, porque nos permite pautar políticas públicas para as mulheres respeitando nossa realidade regional. Minhas expectativas para nosso encontro foram superadas e as conquistas que buscamos serão realidade”, relata Terezinha Beraldo.

Além da ministra do MMFDH e da secretária municipal, também participou da reunião a secretária nacional adjunta de Políticas para as Mulheres (SNPM/MMFDH), Dinah Andrade.


Casa da Mulher Brasileira

A Casa da Mulher Brasileira é uma inovação no atendimento humanizado das mulheres. Integra no mesmo espaço diferentes serviços especializados que atendem aos mais diversos tipos de violência contra as mulheres: Acolhimento e Triagem; Apoio Psicossocial; Delegacia; Juizado Especializado em Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres; Ministério Público, Defensoria Pública; Serviço de Promoção de Autonomia Econômica; Espaço de cuidado das crianças – Brinquedoteca; Alojamento de Passagem e Central de Transportes.

Fonte: Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos

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