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Líder do PCC ganha prisão domiciliar, foge após romper tornozeleira e delegado Jacovós fica bravo com a justiça


Na sessão da Assembleia de hoje, o Delegado Jacovós ficou bravo quando soube que tiraram o líder do PCC da cadeia por causa do coronavírus.


Durante a sessão da Assembleia desta quarta-feira, 22 de abril, o deputado estadual Delegado Jacovós disse que o coronavírus não é habeas corpus e lamenta a atitude da justiça do Paraná.

 O juiz mandou soltar Valacir de Alencar, condenado a 76 anos de prisão, alegando que havia a necessidade presumida de soltá-lo porque se tratava de "portador de hipertensão", cuja "manutenção da prisão pode significar risco à sua saúde". Poucas horas depois, a tornozeleira eletrônica foi rompida.

Valacir de Alencar, líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no Estado.

O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen/PR) alertou a Justiça Estadual sobre o rompimento da  tornozeleira eletrônica de Valacir de Alencar, apontado como líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no Estado. Ele foi colocado em prisão domiciliar como medida de combate à pandemia do novo coronavírus dentro das penitenciárias e prisões.

rompimento ocorreu no mesmo dia em que ele pôde deixar a Penitenciária Estadual de Piraquara, na Grande Curitiba, na última sexta-feira (17). Após a transgressão, a Central de Monitoração Eletrônica do Depen tentou contato com condenado tanto por telefone, como por sinais eletrônicos na tornozeleira, mas não obteve sucesso. Conforme o pedido de revogação de liberdade, depois de rompido, o aparelho continuou ativo até e com bateria até as 17h do dia 18 de abril. Nesse meio tempo, o equipamento ficou transitando na BR-376, o que indica que foi deixado em algum meio de transporte. 

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