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Novidade na política maringaense


Nos últimos dias, o jovem de 21 anos, Lucas Canassa, estudante de Direito pela Universidade Estadual de Maringá, filiou-se ao partido do deputado estadual e pré-candidato a prefeito Homero Marchese, o PROS. Lucas foi convidado para se candidatar e concorrer a um mandato de vereador da cidade nas próximas eleições.
Canassa é um dos fundadores do Movimento Acelera UEM, que atua na Universidade desde 2016, sendo o único grupo de centro/direita que já chegou ao comando do Diretório Central dos Estudantes da universidade, o DCE, entidade esta que o pré-candidato presidiu em 2017, além de ocupar outros cargos representativos dentro da instituição.
Em seu mandato à frente do Diretório, os estudantes vivenciaram diversas melhorias. Dentre elas, podem ser citadas a elaboração da portaria 052/2017, que recuperou os recursos advindos das cantinas e xerox da Universidades e a reforma do espaço físico do Diretório Central dos Estudantes. Em sua gestão, ainda, Lucas defendeu veementemente a presença da Polícia Militar no campus universitário, o que garantiu uma sensível redução no número de ocorrências criminosas no espaço da Universidade. Essas outras ações foram o resultado da quebra de um ciclo de mais de 40 anos, no qual grupos de esquerda mantinham domínio sobre a entidade.
Hoje, o grupo que Lucas liderou por 4 anos possui mais de 120 membros, não apenas na UEM sede, em Maringá, mas também nos campi regionais. Sua atividade política estudantil, rendeu, segundo o jovem, diversos convites para formalizar filiações a partidos políticos, desde 2016, porém preferiu realizar a filiação apenas no começo de 2020, quando não mais liderava o grupo, uma vez que o apartidarismo e a independência política são dois mandamentos de grande importância para o movimento. Atualmente, a presidente do Movimento é a acadêmica de Agronomia, Maria Fernanda Ferraz, que também preside o Centro Acadêmico de Agronomia e que no ano passado concorreu como vice-presidente nas polêmicas eleições do DCE.
Em 2019, a Chapa Acelera UEM, que tinha como Coordenador o pré-candidato e de vice, a acadêmica Maria Fernanda, chegou a ser declarada vencedora pela comissão eleitoral, com 1.157 votos válidos. Entretanto, uma manobra arquitetada pelas chapas derrotadas fez com que o conselho de entidades (órgão formado pelos centros acadêmicos) declarasse nula a votação. Sendo assim, não reconhecendo o ato, o grupo Acelera UEM não disputou a nova eleição, que foi realizada ao final do mês de janeiro, quando a maioria dos alunos já estavam em recesso. Apenas uma chapa se inscreveu, denominada A Uem Não Vai Embora, que é ligada a juventude do PT e do PDT. A votação foi composta por apenas 75 votos válidos, a menor votação da história da universidade, o que resultou em protestos e chacota nas redes sociais.
Com ideias liberais, Lucas levanta as bandeiras do livre-comércio e da livre-iniciativa e defende que o serviço público maringaense seja mais célere, eficiente e menos burocrático.
Por hora, o pré-candidato é um dos mais jovens a se colocar na disputa.

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