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Em Maringá colaboradores de Serviço de Delivery entregam alimentos usando Máscara e Luvas

Colaborador do iFood fazendo entrega de comida no Jardim Sumaré em Maringá, Pr.

Em meio à epidemia de coronavírus, a demanda por compras online e entregas tem crescido em todos os cantos. Já que o corona impede que as pessoas vão até o comércio local, a solução é ir até elas.

O serviço de delivery virou a solução de comércio durante crise do coronavírus. Em uma situação se isolamento, é mais seguro pedir comida por delivery. Com isso, o delivery cresce como opção para os consumidores, mas também para as empresas. 

Supermercado, farmácia, feira e loja de variedades deixam de atender no presencial e vão para internet ou para o serviço de delivery. 



Informais e vulneráveis, entregadores temem riscos de serem infectados pelo coronavírus. Pensando nisso as empresa estão implementando medidas para poupar os colaboradores parceiros. O iFood, uma das grandes marcas de serviços de entrega por aplicativo, passou a orientar seus colaboradores que realizem as entregas protegidos com máscara e luvas (EPI).

Em Maringá no Paraná, colaboradores aderiram ao EPI - Equipamento de Proteção Individual, utilizado pelo trabalhador, destinado a proteção contra riscos. Com a medida tanto o entregador quanto quem estiver em isolamento voluntário estarão protegidos contra o Covid-19. 

Mas o que acontece se um colaborador for infectado? O iFood já conta com um fundo de R$ 1 milhão para auxiliar entregadores em quarentena e a Uber Eats prestará assistência financeira por 14 dias para motoristas diagnosticados com coronavírus ou afastados por autoridades de saúde devido a suspeitas de Covid-19.



Apesar da proteção, a atenção agora é com as embalagens. Há o risco de contaminação através da comida ou das embalagens? 

Veja quais são os cuidados a se tomar quando for pedir comida por delivery: 

Atenção às embalagens "A comida não transporta, até onde se sabe, o vírus. Não há casos registrados. É mais provável que possa estar na embalagem", diz Átila Iamarino, biólogo e doutor em microbiologia pela USP. Afinal, elas são manuseadas por mais pessoas, desde a estocagem e a montagem do delivery à entrega. 

O microbiologista indica que, quando possível escolher, deve-se dar preferência às embalagens de papelão. Neste material, o vírus dura cerca de 24 horas. 


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